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Moderno alfabeto chinês

Para obviar todos os inconvenientes da antiga escrita que há vários milênios vigora no vasto território chinês, iniciou-se. Em 1911 um movimento a fim de reduzir a escrita chinesa aos seus elementos fonéticos ou silábicos, imitando o sistema greco-latino.

Foi, porem, só em 1949, com a implantação do regime comunista que se formou a "Associação para a reforma da escrita chinesa". Todas as dificuldades se resumem em simplificar a escrita adaptando-a a um idioma bastante complicado.

De inicio, a Sociedade e os Comitês pro-refórma não conseguiam fugir do velho sistema dos ideogramas, tendo sido criada algumas centenas de letras, provavelmente se cunho silábico. Em outubro de 1955, a "Conferencia nacional para a reforma da escrita" chegou à conclusão que deveria romper definitivamente com os velhos moldes. Após examinar três projeto – o Nacional, o Latino e o Russo, decidiu aceitar o sistema baseado na fonética latina. A nova escrita se deve ao letrado chinês Chuu-yin cujo anteprojeto, após algumas reformas e adaptações, foi oficializada pelas autoridades da Republica Chinesa. A nova escrita esta sendo ministradas nas escolas primarias, junto com o sistema antigo, para conseguir franquear os limites que separam as gerações em plena convulsão social e cultural.

A China conseguiu, assim, avançar um grande passo, graças a um movimento de caráter Universal.

O fato não é singular. Religiões e Guerras, mudanças de regime e cataclismo socioeconômico, em outras épocas e lugares, fizeram o mesmo, com maior ou menor violência, com resistência ou passividade imposta pelas circunstancias do momento histórico.

 
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