Egito
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Ásia
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Alfabeto Meroítico

(hieroglífico)

O nome deriva de Maroe, província ou cidade do Alto Nilo, acima da primeira catarata. Constituía uma importante colônia ou mercado do império egípcio.

No fim do 1o.Milênio separou-se do Egito, inaugurando a dinastia de Napata, sua capital. O príncipe de Napata, Aracamani (Ergamenes dos gregos) assumiu o poder, submetendo a Etiópia. Conservou a língua e parcialmente o alfabeto egípcio, fato que por algum tempo perturbou por algum tempo o raciocínio dos epigrafistas. Foi no séc. II a.C. que Arcamani, educado pelos gregos, introduziu e oficializou a escrita e alfabeto meroítico, do qual se conhecem duas modalidades: o "MONUMENTAL" e o "CURSIVO".

A escrita monumental consta de vários caracteres egípcios, porem com valores diferentes. Diferem, ainda do egípcio, na construção das palavras, nos seguintes detalhes:

1o.- Não existem letras com valor ideográfico;

2o.-Cada sinal corresponde a uma vogal ou uma consoante imitando, portanto o alfabeto grego e latino, A forma das letras imitando o estilo egípcio obedeceu á tradição, conciliando, assim, os interesses da classe sacerdotal, presente e influente no reino de Maroe.

 
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